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05 Abr. 2019 Performance artística topo(S)grafia Performance artística topo(S)grafia insere-se na programação da edição de 2019 do projeto [con]centrºação e conta com o apoio da Direção Regional de Cultura do Norte.


[con]centr°ação 
projeto interdisciplinar de revitalização do centro histórico de Braga 
4 de maio de 2019 | 19h00 
Torre Miradouro do Sagrado Coração de Jesus 
Universidade Católica de Braga 



topo(S)grafia 
Da colina de Guadalupe emerge o espaço cénico que desenha uma performance que se materializa através 
de um percurso que personifica a sociedade contemporânea e as suas contradições no contexto do mundo 
atual. Análoga a rotinas geradoras de movimentos de repetição e esforço, parte de "O mito de Sísifo" 
representando uma vida construída pela esperança do amanhã, do amanhã que nos motiva, enquanto nos 
aproxima da morte. A topografia mapeia-se através de uma paisagem coreografada por corpos poéticos que 
palmilham as altimetrias que convergem para a escada helicoidal da Torre; fruem o deambular quotidiano 
que percorre repetida e ininterruptamente a incerta teimosia da luta pelo destino que o atrai e condena. 
Desenham-se paisagens sonoras visuais, incitadoras da descoberta e da experiência. É pela força da palavra 
e da música que se estrutura o lugar: nasce, num movimento de criação original, um poema sonoro sobre os 
movimentos físicos e o conjunto de padrões comportamentais na relação com as peculiaridades do 
tempo/espaço - a matéria e a história. 
Na simbiose entre lugar - escala - matéria - som - performance - público, a escala humana surge como medida 
do lugar, dispositivo cénico, instaurador de narrativas. A linguagem corporal surge como comunicação visual; 
parte-se de uma coreografia para concretizar o percurso, mas é pelas sinergias geradas pela ação individual 
de cada elemento do público que se concretiza a ideia; concreto elemento que une percurso e lugar numa 
dimensão somente possível pela experimentação. 

Ficha artística: 
Direção | Gisela Rebelo de Faria 
Direção Musical | Nuno Aroso 
Composição Musical | Arturo Fuentes 
Interpretação Musical | Nuno Aroso (percussão) e Henrique Portovedo (saxofone) 
Voz | Ivo Canelas 
Texto | Gonçalo M. Tavares 
Performance e conceção cénica| Os Espacialistas 

Apoio principal: 
Município de Braga 

Outros apoios: 
Universidade Católica de Braga 
Direção Regional de Cultura do Norte 
Ordem dos Arquitectos