Castelo de Santa Maria da Feira
  • Castelo de Santa Maria da Feira (© Comissão de Vigilância do Castelo de Santa Maria da Feira)
  • Castelo de Santa Maria da Feira (© Comissão de Vigilância do Castelo de Santa Maria da Feira)
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Localização 40.921263 | -8.543333
Alameda Dr. Roberto Vaz Oliveira 4520 Santa Maria da Feira, Aveiro
Informação Útil
Dias de AberturaVerão: abril a outubro; ter. a sex: 9h30 ›› 12h30 | 13h30 ›› 18h00 ; sáb./ dom./feriados: 10h00 ›› 12h30 / 13h30 ›› 18h30. Inverno: novembro a março ; ter. › sex: 9h00 ›› 12h30 | 13h00 ›› 17h00 ; sáb./dom./feriados: 9h30 ›› 12h30 / 13h00 ›› 17h30. Última
Contactos
+351 256 372 248 | +351 226 197 080
geral@culturanorte.gov.pt http://www.castelodafeira.com
O Castelo de Santa Maria da Feira é um dos mais notáveis monumentos portugueses na forma como espelha a diversidade de recursos defensivos utilizados entre os séculos XI e XVI.

Para além da sua importância militar, importa ter em conta a sua dimensão político-cultural, uma vez que foi fundamental para a vitória de São Mamede, em 1128, quando o alcaide deste castelo, Pêro Gonçalves de Marnel, tomou o partido de D. Afonso Henriques contra D. Teresa e o conde de Trava.

Entre 1992 e 2006 realizaram-se estudos arqueológicos e importantes obras de restauro e conservação, numa parceria entre a Comissão de Vigilância do Castelo de Santa Maria da Feira e o ex IPPAR. Salienta-se a reabilitação da Capela e da Torre de Menagem, preparada para receber conferências, reuniões, espetáculos musicais, exposições e outros eventos.
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Obra emblemática da arquitetura medieval portuguesa de tipo militar, o Castelo de Santa Maria da Feira é um dos nossos monumentos que melhor reflete a diversidade de meios de defesa utilizados durante a Idade Média, tendo sido fundamental em todo o processo de Reconquista e de autonomia do Condado Portucalense. Diz a tradição que o Castelo da Feira se ergue no local de um templo indígena dedicado ao deus Bandeveluco-Toiraeco. A partir de 1117, desenvolveu-se aqui uma das mais importantes feiras de Portugal, que, com o tempo, deu mesmo nome ao burgo que nasceu à sombra do castelo. Após 1448, o Castelo fica na posse do nobre Fernão Pereira, que então empreendeu algumas obras de reparação e reconstrução, transformando-o numa residência apalaçada. As grandes obras que lhe regulam o prospeto e lhe definem o carácter arquitetónico hoje visível datam de finais do século XV (com adaptações a novas regras da balística), e a Torre de Menagem, dominando a alcáçova, com o seu remate de coruchéus cónicos e a sua tenalha como novidade de reforço defensivo. Outra torre mais pequena, no lado nascente, forma um poço com uma bem lançada escadaria envolvente. Na posse da coroa ou de particulares, consoante as vicissitudes da História portuguesa, o Castelo sofreu algumas obras de conservação e remodelação, mas nunca perdeu o carácter medieval inicial. Passando para o património da Casa do Infantado, depois de 1708, o castelo sofreu um violento incêndio que marcou o início do seu longo declínio e ruína. Tendo a municipalidade iniciado as obras da sua reconstrução em 1887, foi, contudo, com a visita de D. Manuel II, em 1908, bem como com a criação, no ano seguinte, de uma Comissão de Proteção e de Conservação do Castelo, que as mesmas se efetuaram. Junto à muralha da cerca, adossa-se uma capela de planta octogonal, de estilo barroco, mandada construir em 1656.
IPPAR / IGESPAR

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    Serviços disponibilizados ao público:
    • Loja
    • Instalações sanitárias
    • Cedência de espaços