Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta
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Localização N41.092233 | W6.805569
Praça Jorge Álvares 5180-125 Freixo de Espada à Cinta, Bragança
Informação Útil
HorárioDe Terça à tarde a Domingo. Inverno: 9h30 às 17h / 14h às 17h30.
Contactos
+351 962 372 636 | +351 226 197 080
dsbc.drcn@culturanorte.pt
Igreja quinhentista de planta rectangular com três naves, capela-mor, absidíolos e sacristia. No alçado principal regista-se um portal manuelino, de arco abatido ladeado por pilastras e decoração relevada.

A espacialidade interior é de tipo igreja-salão, com notável abóbada de pedraria.

Possui preciosos retábulos de talha barroca e, na capela-mor, dezasseis painéis quinhentistas atribuídos à escola de Grão Vasco.
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Uma das três igrejas manuelinas com abobadamento das naves à mesma altura, a Igreja de Matriz de Freixo de Espada-à-Cinta é uma igreja-salão mandada edificar por D. Manuel no local de um antigo templo gótico, inicialmente construído no reinado de D. Sancho II. A campanha do século XVI haveria de se arrastar por muito mais tempo, praticamente um século, e as obras encerraram definitivamente depois da restauração da independência, já em pleno reinado de D. João IV. O exterior apresenta uma feição bastante austera e compacta, denunciando o abobadamento interior à mesma altura, e as necessidades estruturais de base a essa solução. O portal principal, ladeado por dois grandes contrafortes, é de arco abatido e sobrepujado por uma composição decorativa manuelina que termina em dois óculos, sendo estes os únicos elementos que suavizam toda a austeridade estrutural que caracteriza o monumento. Ao longo do tempo a igreja foi sucessivamente enriquecida, e ainda que em nenhum momento se tenha secundarizado o carácter manuelino de todo o conjunto, são várias as obras modernas que ainda se podem contemplar no interior da igreja. Na capela-mor, inseridas num amplo painel de talha dourada barroca, subsistem tábuas do retábulo-mor original, da autoria de Grão Vasco e datável da década de 20 do século XVI. Esta campanha barroca do reinado de D. João V privilegiou essencialmente a renovação do retábulo-mor, em talha barroca estilo nacional, a construção do coro e a remodelação da sacristia, mantendo os elementos essenciais manuelinos que chegaram praticamente íntegros até aos nossos dias.
IPPAR/ IGESPAR

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